sexta-feira, 22 de abril de 2011

E DEPOIS DO ADEUS

http://www.tsf.pt/paginainicial/audioevideo.aspx?content_id=1835307

segunda-feira, 11 de abril de 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Serra da LEBA - Lubango ex-Sá da Bandeira



Capa de Obra "Reconstrução Nacional" editada em 1980; Foto: Bernard GÉRARD.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

GUINÉ - Sêlos da ex-Guiné Portuguesa










(Cópias de sêlos de uma colecção de JOÃO FORTUNA -EX-COMBATENTE -GUINÉ CCS1887 e RONCO DE FARIM -1966/68, GENTILMENTE CEDIDAS PARA AQUI PUBLICAR).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ANGOLA ANGOLA -CESÁRIA ÉVORA





LETRA:Angola
Cesaria Evora
Composição: Ramiro Mendes



Ess vida sabe qu'nhôs ta vivê
Parodia dia e note manché
Sem maca ma cu sabura
Angola angola
Oi qu'povo sabe
Ami nhos ca ta matá-me
'M bem cu hora pa'me ba nha caminho
Ess convivência dess nhôs vivência
Paciência dum consequência
Resistência dum estravagância

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O QUATRO DE FEVEREIRO FOI HÁ 56 ANOS








4 de Fevereiro de 1961
Exaltação de nacionalismo dos angolanos








Monumento aos Heróis do 4 de Fevereiro (Foto Angop)

Completa-se este sábado 45 anos desde que se deu o maior levantamento popular, organizado contra o colonialismo português, para reivindicar a independência de Angola, e, por conseguinte, vários outros ganhos como trabalho dignificante e vida condigna para os angolanos.

Na madrugada de 4 de Fevereiro de 1961, um grupo de mulheres e homens, munidos de paus, catanas e outras armas brancas, atacaram a casa de reclusão e a cadeia de São Paulo para libertarem presos políticos, ameaçados de morte.

O regime colonial fascista reagiu brutalmente e respondeu com uma acção de repressão em todo o país, com assassinatos, torturas e detenções arbitárias.

Essas prisões arbitrárias desencadeadas pela PIDE (polícia política portuguesa) contra os integrantes do "processo 50", os massacres da Baixa de Cassanje, Icolo e Bengo e detenção e assassinato de várias pessoas indefesas, levou alguns nacionalistas a organizarem-se para a luta de libertação.

Os preparativos da acção tiveram início em 1958, em Luanda, com a criação de dois grupos clandestinos, um abrangendo os subúrbios e outro a zona urbana, comandados por Paiva Domingos da Silva e Raúl Agostinho Deão.

A construção de um Estado unido, sem distinção de raças ou credo religioso foram outros dos objectivos perseguidos pelos heróis do 4 de Fevereiro.

A acção inseriu-se também nos anseios da população e na necessidade de se passar a formas de luta que correspondessem à rigidez da administração colonial. Para tal valeu a colaboração do cônego Manuel das Neves e outros combatentes.

O papel do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) na preparação e organização da "acção directa" já constava do anúncio feito pelo seu Comité Director na conferência de Londres de Dezembro de 1960.

O 4 de Fevereiro de 19961 pode ser ainda considerado como um marco importante da luta africana contra o colonialismo, numa tradição de resistência contra a ocupação que vinha desde os povos de Kassanje, do Ndongo e do Planalto Central.

Os primeiros relatos de realce de resistência à ocupação colonial datam dos seculos XVI e XVII (1559-1600 e 1625-1656), conduzidos por Ngola Kiluanji e Nzinga Mbandi, esta soberana do Ndongo.

De lá para cá, a resistência anti-colonial vivenciada nos movimentos de libertação e outros grupos de acção clandestina, passam a ter alcance de reivindicações internacionalmente reconhecidas, conducentes, por exemplo, aos processos das independências das colónias africanas.

Os acontecimentos de Fevereiro de 1961 traduziram-se assim numa sublime expressão de nacionalismo, demonstrada pelos angolanos.

Por Rufino Manuel Agência «AngolaPress»

Publicado por Jorge Santos - Op.Cripto em fevereiro 4, 2006 12:22 AM (LESTE DE ANGOLA)





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4. O CASO SANTA MARIA E OS “VENTOS DE MUDANÇA” EM ANGOLA “Galvão, Santa Maria, Angola: há aqui uma ligação, uma cadeia estranha”.
“Elbrick veio ter comigo e foi claro: os Estados Unidos apoiam sem restrições a autodeterminação em África. Internamente, o boato é rei; e tudo parece a ponto de se esbarrondar. Grande crise nacional em perspectiva” 20. Franco Nogueira Ainda durante o rescaldo dos acontecimentos associados ao caso Santa Maria, um outro evento traumático vai testar a capacidade de resposta do Estado Novo que, ainda não totalmente restabelecido, é colocado de novo à prova, na sequência de uma onda de violência que assolou Luanda a partir da madrugada do dia 4 de Fevereiro de 1961.
Estes tumultos estiveram associados a uma tentativa gorada de assalto à Casa de Reclusão Militar de Luanda e a outros estabelecimentos prisionais, perpetrada por nacionalistas africanos. O seu intuito era proceder à libertação de correligionários
que,..........
19 Cf. Diário de Notícias, 17 de Fevereiro de 1961, p. 8.
(IN revistasapiens , com a devida vénia)

domingo, 16 de janeiro de 2011

BANCO DE ANGOLA - BANCO NACIONAL DE ANGOLA




NOTAS DO PRIMEIRO DIA, EM CIRCULAÇÃO.



BANCO DE ANGOLA (ATÉ 1975) BANCO NACIONAL DE ANGOLA ( foto na net)









Todo o indivíduo pagava Imposto Geral Mínimo ; fui
isento por chegar na véspera de Ano Novo - 1972-.


TRABALHEI NO BANCO DE ANGOLA E BANCO NACIONAL DE ANGOLA ATÉ
30 DE MAIO DE 1977.
PARTICIPEI NA CIRCULAÇÃO DAS NOVAS NOTAS ANGOLANAS -KWANZAS-
QUE FORAM TROCADAS POR ESCUDOS COLONIAIS PORTUGUESES.
TRABALHEI NESSA OPERAÇÃO NO POSTO QUE FUNCIONOU NO ANTIGO
SINDICATO "SNECIPA" AO LADO DO TEATRO, NA ENTÃO AVENIDA
RESTAURADORES DE ANGOLA.








E a 01JUN 1977 ingressei na PETRANGOL - Compª. de Petróleos de Angola no Edifício Farrobilha Guedes 7º. andar - Divisão de Contabilidade e Finanças.

Em 1979 estava nos Serviços Administrativos de SOYO, da Petrangol/FINAPETRO. Uma das funções era a interligação Luanda/Campos de Produção. As tarefas: Pagamentos de Salários aos Angolanos, Distribuição de Correio, Resolução de Todos os Problemas com Sede/Luanda; Pagamento de indemnização por expropriação de Terras (necessárias à Produção); Logística; Tráfego Aéreo: Passageiros Nacionais e Expatriados, e Carga, no avião matrícula D2-EPL DAKOTA/DC3 da Companhia, bem como nos Voos TAAG diários.
Outras Ocorrências Extras: Visitas de Responsaveis do Governo e representantes de embaixadas estrangeiras; Cooperação com Entidades Administrativas na Resolução de Problemas Locais.
Nesta época travei conhecimento , nas "bualas" com populações e realidades (para mim até então desconhecidas) em Tari-Tari, Pângala, Kinguila, Cabeça da Cobra, Kifuma, etc.) e quase diariamente no Campo 8, Campo 2 , Base de Kinfuquena, Kuanda, etc..

Em ;Luanda também trabalhei na EAA Elf Aquitaine Angola no Sector Contabil-Financeiro.


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KOTAS, DAKOTAS & OUTRAS .....
MOTOR DE ARRANQUE

Por falar em DAKOTA...
Passa-se com Kotas, Dakotas e até com alguns que dizem que está tudo BEM.

Um dia, no Soyo, o piloto CMDT João Amaral perguntou-me se eu podia dar um "empurrão" ao DC3 pois não tinha ignição. Achei que era brincadeira, mas não. E assim foi: enrolou uma corda à hélice e, a pulso, quatro homens lá meteram o motor do DAKOTA a funcionar; e BEM!!